
🩺 Plano com COPARTICIPAÇÃO: será que é uma boa?
Há alguns dias, um cliente chegou até nós decidido: QUERIA REDUZIR O VALOR DO PLANO ATUAL DELE. Nada fora do comum, afinal, quem não quer pagar menos sem abrir mão da segurança?
Mas havia um detalhe importante: ELE NÃO ACEITAVA, de jeito nenhum, UM PLANO COM COPARTICIPAÇÃO.
“Prefiro pagar mais para não ter surpresas”, ele dizia. Justo. Esse é um pensamento muito comum. Resolvemos então ir um pouco além do óbvio e propusemos uma análise simples: entender o padrão real de uso da família.
O ponto de virada
Começamos a olhar o histórico dos últimos 12 meses: exames, consultas, pronto atendimento… O resultado?
• Consultas esporádicas, Exames apenas de rotina (check-ups anuais), Nenhuma internação ou emergências
Ou seja: A UTILIZAÇÃO DO PLANO ERA BASTANTE MODERADA.
Foi aí que fizemos uma simulação prática. Comparamos o plano tradicional (sem coparticipação) com um novo plano com coparticipação, mantendo a qualidade de rede e cobertura.
Os números que mudaram tudo
No PLANO TRADICIONAL, ele pagava um VALOR FIXO TODOS OS MESES, independentemente de usar ou não. Já no PLANO COM COPARTICIPAÇÃO:
⭐ A mensalidade era significativamente menor
⭐ E mesmo utilizando, os valores por consultas e exames eram controlados
Quando colocamos na ponta do lápis, considerando o padrão real de uso da família, a economia anual era expressiva.
PLANO TRADICIONAL: R$ 3.200,00 p/mês … R$ 38.400 p/ano
PLANO COM COPARTICIPAÇÃO: R$ 2.300,00 p/mês … R$ 27.600 p/ano
O valor para Coparticipação (considerando 2 checkups ao ano + consultas do filho) = R$ 1.470 anual
Ou seja: UMA ECONOMIA DE R$ 9.330 POR ANO!!!
E aqui vem o ponto-chave:
👉 Mesmo utilizando o plano para check-ups e consultas ocasionais, o custo total ainda ficava bem abaixo do plano tradicional.
O que mudou na cabeça dele?
Ele percebeu algo simples, mas poderoso:
Estava pagando caro por uma “segurança” que, na prática, quase não utilizava.
Ao entender que o risco financeiro era baixo, porque o uso também era baixo, a coparticipação deixou de parecer um problema… e passou a ser uma estratégia inteligente.
Agora… COPARTICIPAÇÃO é para todo mundo?
Não!
Talvez a coparticipação não seja a melhor escolha caso a utilização do seu plano seja constante.
Agora, se o seu perfil é mais equilibrado, consultas ocasionais, exames de rotina, prevenção em dia, aí a conversa muda completamente.
A pergunta certa não é “coparticipação é boa ou ruim?”
A pergunta certa é: “Como é o meu padrão de uso?”
Porque no fim das contas, o melhor plano não é o mais caro… nem o mais barato.
É o mais inteligente para o seu momento de vida.
Se você nunca parou para fazer essa conta, talvez esteja pagando mais do que precisa.
E às vezes, a economia está justamente onde a gente mais evita olhar 😉


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